segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Isto dói!!
Dói tanto que nem ser por onde começar...
Dói-me como se da minha alma se tratasse, como se as minhas mãos transmitissem para aqui a dor da minha alma...
Aqui esta mais um delírio de um ser, um objecto sem significado ou definição, que um dia fez da sua perfeição o seu absurdo. E nunca se cansa de repetir de reescrever que “não é nada, nunca foi nada, nunca será nada”... Mas que conserva em si o desejo de um dia vir a ser algo diferente de um ser, de um objecto desta vez com significado...
domingo, 24 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
domingo, 15 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Delírio
Podia ter sonhado, delirado, elouquecido...
Apenas desenhei a caneta branca sobre papel branco, sonhei em branco, pensei em branco, usei o branco e fiquei branco.
Podia não ter pensado, não ter falado, não ter contado...
Podia ter apenas visto, ter ouvido...
Mas falei demasiado, quase elouqueci, mas percebi e voltei...
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
domingo, 12 de Julho de 2009
sábado, 11 de Julho de 2009
DMiguel
Posso rasgar tudo, apagar tudo, mas nunca vou conseguir apagar-te da minha memória.
Posso dizer que és insignificante mas o meu coração palpita em cada dia que te vejo.
Posso não te conseguir esquecer, mas posso um dia conseguir dizer-te que ainda te amo
Afinal não te esqueci, ainda existes dentro de mim.
Mas és agora mais calmo, consegui fazer-te mais calmo dentro de mim.
domingo, 5 de Julho de 2009
quinta-feira, 2 de Julho de 2009
sábado, 27 de Junho de 2009
quarta-feira, 24 de Junho de 2009
quinta-feira, 18 de Junho de 2009
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
sábado, 13 de Junho de 2009
quarta-feira, 3 de Junho de 2009
domingo, 31 de Maio de 2009
Soube bem, sabe bem, saberá bem… mas ficara.
Lamento desde já comparar isto ao famoso “Elogio da Sombra” de Junichiro Tanizaki.
“Por outro lado, O Elogio da Sombra evidencia até que ponto certos princípios considerados fundamentais, evidentes e supostamente naturais, são, de facto, culturais. Tal é, precisamente, o caso da luz e da sombra. Mas, o que é curioso é que Tanizaki parte da universalidade do princípio da brancura. Não é o menor apreço pelo branco que leva o japonês a apreciar a sombra. Muito pelo contrário. Comparando, por exemplo, o papel ocidental e oriental, o autor escreve: "A verdade é que não sentimos, face ao papel do Ocidente, outra impressão que não a de estarmos perante uma matéria estritamente utilitária, enquanto que nos basta ver a textura de um papel da China ou do Japão, para sentir uma espécie de tepidez que nos satisfaz o coração. (...) Os raios luminosos parecem ressaltar na superfície do papel do Ocidente, enquanto que a do hôsho ou papel da China, semelhante à superfície coberta de penugem da primeira neve, os absorve suavemente" (pp. 19-20).”
Branco, curioso, a cor da luz ou a ausência de cor, símbolo da pureza e da paz.
Não começo desta forma por acaso, nada fiz, ou faço, por acaso… Branco símbolo de paz que tento alcançar, longe de qualquer atrofio ilógico fruto de pensamentos inconscientes, provenientes de afirmações blasfémicas.
“Quase que não chegava a tempo de me deliciar, quase que não chegava a horas de te abraçar, quase que não recebia a prenda prometida, quase que não devia existir tal companhia…”
in Dona Maria; Quase Perfeito
Mas tu fazes-me lembrar o mar e a lua, fazes a minha terra tremer e o meu riu criar um leito, mas és tu própria ou tu mesma, podia e devo comparar-te ao papel branco chinês, uma pessoa que não quero esquecer ou desvanecer da minha vida, mas para já amaina-la (O Branco em cima, que me referi, por aqueles pensamentos e afirmações).
Nunca me neguei a uma pessoa ou a um lugar, mas para que vão servir estes olhos se não podem mais te ver… pode ser que um dia agente se volte a encontrar, agora embora, agora sem demora, deixa-me ficar sozinho aqui para pensar, agora a minha alma chora como disse alguém vou-me perder para me encontrar…
Um beijo e um abraço muito forte
sexta-feira, 22 de Maio de 2009
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
terça-feira, 19 de Maio de 2009
quinta-feira, 14 de Maio de 2009
sábado, 9 de Maio de 2009
segunda-feira, 13 de Abril de 2009
sábado, 14 de Março de 2009
Eu nunca fui nada, não sou nada...
O teu olhar sobre mim, tantas vezes fotografado e que expões aqui... Sou uma imagem, de muitas imagens que tu crias-te... De diversas cores, sons, cheiros e paladares...
Em ti vi uma imagem de mim... Sou uma princesinha...
Em ti vi a imagem de ti... Alguém admirável...
Margarida Ucha
Nunca fiz nada…
Nunca fui o eu mesmo ou eu próprio, apenas um resquício de uma capa penetrável.
Um monstro de fachada com uma infância arrepiantemente revivida e iludida, despida de sonhos e brincadeiras de crianças, que se despedaçaram como um copo de cristal…
Não viste uma imagem, mas sim um reflexo do contorno de um monstro desenhado ao espelho…
Mas eu retratei um ser, projectei o meu olhar sobre um ser, que não precisa ser completamente puro, nem todo impuro, porque nenhum de nós o é completamente.
Assim termino mais um, mas não podia deixar de dizer que do meu absurdo infantil se pode fazer a perfeição…No fundo, eu também, aos trinta lá chegarei…
sexta-feira, 13 de Março de 2009
Tentei convencer-me...
quarta-feira, 11 de Março de 2009
terça-feira, 10 de Março de 2009
domingo, 8 de Março de 2009
segunda-feira, 2 de Março de 2009
quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
Olhares


sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Uma Resposta…
Esse ser, disto, faz o papel onde esquiça por palavras projectos invisíveis…
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Poderia ter sido o inicio do fim, mas foi só o fim do começo! O fim chegará com certeza é o grito final da natureza.
Eu mentiria se disse-se que não quero voltar…
Durante este tempo todo estive a pensar o que estava ali a fazer? No fundo cheguei à conclusão que amo demais a Arquitectura do que me amo a mim próprio. Que saber fazer Arquitectura é uma das maiores virtudes, saber interpretar Arquitectura um dos maiores desafios!!!
Não gostava que ficasse apenas por um sonho, gostava mais que ficasse como uma utopia, porque a utopia é um sonho que se quer realizado, enquanto o sonho não passa de um sonho!
Mas eu não cheguei a projecto de Arquitecto, fiquei-me pelo esquiço de Arquitecto…
Este é o David Miguel a falar e este quer muito voltar, mas o David não deixa. O David Miguel é mais forte que o David!
No fundo dizer a verdade é uma erva amarga!!!
sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Reinvent yourself!
segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
Pinhol Digital

Vala

Uma vida com fumo
Porta Leões



quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
terça-feira, 27 de Janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
domingo, 25 de Janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
Conversas de café

Conversas nas quais discutimos, rimos, por vezes, mesmo, choramos, mas principalmente aprendemos uns com os outros. Conversas sobre momentos passados, momentos presentes e momentos futuros.Estudantes de cursos de artes, mas principalmente de arquitectura, que interpretam cada gesto, cada sensação, cada olhar, cada interpretação dos passantes sobre o local. Contemplam as suas reacções, desejando um dia que esses passantes contemplem as sensações que eles tentam “impor” nos seus projectos… Falam/discutem sobre os seus trabalhos/projectos, trocam impressões sobre duvidas de si próprios, sobre duvidas dos seus trabalhos, no fundo evoluem consigo próprios mas principalmente com os seus amigos e colegas de trabalho
Ópio
Nunca serei nada.
…
Aparte isso, tenho em mim todos os sonhos do Mundo”
Álvaro de Campos

Serão mesmo sonhos?
Este ópio (sonhos) faz-me viver noutra dimensão.
Mas será este ópio apenas uma manifestação da minha veia utópica que pretende ser realizada num futuro próximo…














































































































